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Escrito por Corinne Faneus, Coordenadora do Ministério Irmã Rosa de Ferro
“Bem, não resta nada a fazer a não ser orar.”
“Sinto muito, não posso fazer mais nada, mas vou orar por você.”
“O mínimo que posso fazer é orar.”
E a oração feita com fé curará o doente; o Senhor o levantará. E se houver cometido pecados, ele será perdoado. Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz. (Tiago 5:15-16 NVI)
Lemos nas Escrituras inúmeras orações que tiveram resultados incríveis e poderosos — Ana em 1 Samuel 2, Ezequias em 2 Reis 19 e Elias em 1 Reis 17 e 18. A oração é apresentada inúmeras vezes como o meio pelo qual depositamos nossa fé e confiança em Deus para que Ele cumpra Suas promessas e planos em nossas vidas. Contudo, muitas vezes sem intenção, com nossas próprias palavras, diminuímos o poder da oração. Como nas frases acima, frequentemente minimizamos a oração, reduzindo-a a um último recurso ou a um serviço pequeno e quase insuficiente para aqueles que nos cercam.
A oração é um dos maiores presentes que recebemos. O fato de Deus permitir e planejar que nossas orações sejam a forma como Ele se move para agir é surpreendente, intrigante, maravilhoso, misterioso e inspirador. A mão de Deus se move pelas orações de Sua criação.
Se sabemos que tudo isso é verdade sobre a oração, como podemos ser mulheres que oferecem orações poderosas e eficazes? Como nossas orações podem dar frutos?
Pode parecer clichê, mas para que nossas orações sejam poderosas e eficazes, precisamos ter fé em Deus — fé de que nossas orações têm um propósito e fé de que Deus está agindo por meio delas. Muitas vezes nos perguntamos: “Que diferença farão nossas orações? Se Deus é soberano e tem tudo planejado, que diferença faz orar pela cura de um amigo querido? Realmente importa se eu orar por um parente descrente, se a vontade de Deus será feita de qualquer maneira?”
“Jesus respondeu: ‘Eu lhes asseguro que, se vocês tiverem fé e não duvidarem, poderão fazer não somente o que foi feito à figueira, mas também dizer a este monte: ‘Levante-se e atire-se no mar’, e assim será feito.’” (Mt 21:21)
Nossas orações de fé fazem toda a diferença, não porque possamos mudar os planos de Deus, mas porque parte do plano de Deus é que oremos! Oramos para que se realize o que Deus planejou. Você confia e crê que sua oração faz parte do plano soberano de Deus? Você crê que Deus planejou agir por causa da sua oração?
Em Tiago 5:17, vemos Tiago dar um exemplo da oração poderosa e eficaz de uma pessoa justa: “Elias era humano como nós. Ele orou fervorosamente para que não chovesse, e não choveu sobre a terra durante três anos e meio.” (NVI). Ser um superastro espiritual como Elias não é o que torna nossas orações eficazes e poderosas. Tiago nos mostra que Elias era um homem como nós; ele era um ser humano comum que orava. Ele era apenas um homem que orava fervorosamente, e suas orações foram atendidas. Mulheres comuns como você e eu temos essa mesma capacidade que Elias, porque a oração é sobre Deus e não sobre nós. Assim como Elias, podemos ser justas oferecendo orações fervorosas e cheias de fé.
Mulheres comuns, submissas a Deus, podem oferecer orações eficazes e poderosas porque oramos a um Deus extraordinário.
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Escrito por Katie Forbess, Presidente do Conselho do Ministério Irmã Rosa de Ferro em Missouri – Estados Unidos
Vocês não me escolheram, mas eu os escolhi para irem e darem fruto, fruto que permaneça, a fim de que o Pai conceda a vocês o que pedirem em meu nome. (Jo 15:16 NVI)
O Ministério Irmã Rosa de Ferro trabalha ativamente para ajudar mulheres, capacitando-as e encorajando-as a se aproximarem de Deus e umas das outras, produzindo frutos duradouros e ouvindo suas orações ao longo do caminho.
No ano passado, o tema “Pratique como uma Mulher Sábia” impactou o ministério e o abençoou de maneiras inimagináveis. Felizmente, confiamos e buscamos sabedoria, e realmente agimos da maneira que sentimos que Deus nos chamava. Não perfeitamente, mas fielmente.
Essa sabedoria divina nos trouxe o tema deste ano, “Dar Frutos”, que tocará muitas áreas de nossas vidas e relacionamentos. Pessoalmente, defino produzir frutos da seguinte forma: quando vivo de uma maneira que me conecta a Deus, como uma videira saudável aos seus ramos, e permito que Deus trabalhe através de mim, o fruto é produzido.
Permanecendo no amor de Deus, creio que parte de dar frutos é o fruto do Espírito em mim, e outra parte é compartilhar a verdade do Evangelho de Cristo com alguém de forma que essa pessoa se torne capaz de reproduzir esse evangelho por si mesma. E todos os frutos futuros farão o mesmo. O fruto de mais discípulos perdurará muito além do meu tempo aqui na Terra, e muito além das pessoas que me conhecem ou que sequer ouvirão falar de mim. Esse fruto é eterno, portanto, permanecerá no céu. No fim, creio que todos nos sentiremos conectados à mesma Videira e às mesmas raízes, e seremos verdadeiramente um em Cristo.
Em um nível pessoal, ao olhar para este ano, vejo que haverá muitas mudanças, como um filho que se formará e irá para a faculdade, uma filha que poderá ficar noiva até o final do ano e outra filha que planeja começar a dirigir até o final do mês. Sempre há mudanças. Haverá altos e baixos. Alegrias e tristezas. A verdadeira questão é: produzirei frutos que perdurarão durante esse tempo?
Lembro-me de Abraão, a quem Deus disse que sua família seria tão numerosa quanto as estrelas. Levou algumas tentativas frustradas da parte de Abraão e o nascimento de um bebê muitas gerações depois para que essa promessa se cumprisse completamente. Esse bebê cresceu, fez discípulos, morreu pelos pecados do mundo e ressuscitou, enviando todos os seus discípulos para irem e fazerem discípulos.
O fruto que Deus me pede para produzir só é possível por meio desta bênção do descendente de Abraão, Jesus Cristo. Abraão jamais poderia saber quão eterno seria o seu fruto. O fruto que produzimos também está sob o controle de Deus. Talvez eu nunca compreenda completamente o que acontecerá com o fruto que Ele me chamou para dar. Que benção fazer parte de algo tão maior!
Como podemos dar frutos que perdurarão durante este período de nossas vidas?
Como podemos confiar em Deus quanto ao impacto eterno dos frutos que produziremos em Seu nome?
